Minha esposa inventou uma nova dieta. Inventou não, isso seria prepotente de minha parte, mas copiou da internet. Nada mirabolante. Frutas, verduras, legumes e carnes, distribuídos em quatro refeições ao dia. O importante é livrar-se do açúcar e da gordura. Da banha é fácil, agora do doce, quanto esforço. Em dois dias estava sonhando com bala de banana. Fiquei tonto. Quase um drogado em abstinência. Ah, ainda precisa caminhar 45 minutos, no mínimo, todos os dias para queimar as gordurinhas. Então, anda-se um pouco mais de dois quilômetros em passos acelerados. Às vezes, arrisca-se uma corridinha, bem corridinha mesmo, para não cansar muito. E, o mais importante, não comer após as 21 horas, prática comum em casa. Era , escrevi "era", passado imperfeito do indicativo, ação comum em tempo passado (espero cumprir isso por alguns meses) cachorro-quente, os diversos "X", pastel, entre outras coisinhas "saudáveis" e muito refrigerante. Eita! Melhor parar de citar esses venenos saborosos da culinária fast food e industrializada, pois corro o risco de voltar a empanturrar-me de gorduras e açúcares.
Não que esteja tão gordo, mas quinze quilos acima do peso ideal é um sinal de que a saúde precisa de um ajuste. Correr por muito tempo não consigo; canso-me com qualquer atividade diária; fazer abdominais, apoios, levantar pesos, nem pensar (já cansei); pressão alta, diabetes, labirintite, não que tenha essas encrencas, mas é bom evitar. E não é que dá certo, em cinco dias já perdi dois quilos, minha esposa também. Buscamos nos livrar, cada um, de quinze quilos para ficar no peso ideal, para tanto mais ou menos um mês dessa dieta braba. Depois vem embuste pior: manter o peso. Correr dois quilômetros distante de quaisquer gulosiemas, em nome da saúde e do bem estar.
"Força Sempre!"
Nenhum comentário:
Postar um comentário