domingo, 16 de outubro de 2011

Esse vídeo fui eu que gravei no último dia 08 de outubro (sábado) na Base Aérea de Santa Catarina durante a apresentação da Esquadrilha da Fumaça. Curtam o rasante.


sábado, 15 de outubro de 2011

Isso é Reggae


Tenho ouvido nas últimas semanas uma banda que me chamou atenção pela sonoridade, semelhante a grandes do Reggae mundial como Bob Marley, Jimmy Cliff e UB40 e do nacional Tribo de Jah. Escrevo sobre S.O.J.A., “Soldiers of Jah Army”. Banda norteamericana da cidade de Virgínia, Estado de Washington D.C.. As canções são verdadeiras orações a Jah ao mesmo tempo apresentam lições de vida, indicações de boa conduta e críticas políticas, principalmente contra o governo de George Bush. Na estrada desde 1997, estiveram no último Planeta Atlântica aqui em Floripa, porém somente conheci o som da banda a poucos meses por indicação de um amigo do trabalho. De primeira ouvi a música “Rasta Corage”, pela qual fiquei empolgado dado ritmo envolvente, voz próxima à do Bob Marley e letra cativante, mesmo sem entendê-la no inglês, após ler uma tradução então, ficou mais interessante ainda, pois lembra da escravidão negra e enaltece a presença de Jah ou Deus. Outras canções que me fazem aumentar o som são “Open my eyes”, “Be aware”, “Fait works”, “Born in Babylon” e “Never ever”, contudo, ouvindo o som dos caras sempre: em casa, no busão, no carro e no trabalho, tornei-me suspeito em afirmar quais as melhores, todas agradam mesmo àqueles que não são entusiastas da Reggae Music. Confira as canções e as respectivas letras clicando nos hiperlink, vale a pena conferir o som do S.O.J.A.

Espero que gostem, então comentem.

quinta-feira, 22 de abril de 2010

Diretrizes da Lei de Murphy

Dia desses recebi um email da professora de Inglês do CNEC Santa Cruz, Vera Petry, as seguintes variantes da Lei de Murphy, que tanto atormenta a humanidade.

1- GUIA PRÁTICO DA CIÊNCIA MODERNA:

1. Se mexer, pertence à Biologia.
2. Se feder, pertence à Química.
3. Se não funciona, pertence à Física.
4. Se ninguém entende, é Matemática.
5. Se não faz sentido, é Economia ou Psicologia.
6. Se mexer, feder, não funcionar, ninguém entender e não fizer sentido, é INFORMÁTICA.

2- LEI DA PROCURA INDIRETA:

1. O modo mais rápido de se encontrar uma coisa é procurar outra.
2. Você sempre encontra aquilo que não está procurando.

3- LEI DA TELEFONIA:

1. Quando te ligam: se você tem caneta, não tem papel. Se tiver papel, não tem caneta. Se tiver ambos, ninguém liga.
2. Quando você liga para números errados de telefone, eles nunca estão ocupados.
Parágrafo único: Todo corpo mergulhado numa banheira ou debaixo do chuveiro faz tocar o telefone.

4- LEI DAS UNIDADES DE MEDIDA:

Se estiver escrito 'Tamanho Único', é porque não serve em ninguém, muito menos em você...

5- LEI DA GRAVIDADE:

Se você consegue manter a cabeça enquanto à sua volta todos estão perdendo, provavelmente você não está entendendo a gravidade da situação.

6- LEI DOS CURSOS, PROVAS E AFINS:

80% da prova final será baseada na única aula a que você não compareceu, baseada no único livro que você não leu.

7- LEI DA QUEDA LIVRE:

1. Qualquer esforço para se agarrar um objeto em queda, provoca mais destruição do que se o deixássemos cair naturalmente.
2. A probabilidade de o pão cair com o lado da manteiga virado para baixo é proporcional ao valor do carpete.

8- LEI DAS FILAS E DOS ENGARRAFAMENTOS:

A fila do lado sempre anda mais rápido.
Parágrafo único: Não adianta mudar de fila. A outra é sempre mais rápida.

9- LEI DA RELATIVIDADE DOCUMENTADA:

Nada é tão fácil quanto parece, nem tão difícil quanto à explicação do manual.

10- LEI DO ESPARADRAPO:

Existem dois tipos de esparadrapo: o que não gruda e o que não sai.

11- LEI DA VIDA:

1. Uma pessoa saudável é aquela que não foi suficientemente examinada.
2. Tudo que é bom na vida é ilegal, imoral, engorda ou engravida.

12- LEI DA ATRAÇÃO DE PARTÍCULAS:

Toda partícula que voa sempre encontra um olho aberto.

COISAS QUE NATURALMENTE SE ATRAEM:

Mãos e seios
Olhos e bunda
Nariz e dedo
Mulher e vitrines
Homem e cerveja
Queijo e goiabada
Chifre e dupla sertaneja
Carro de bêbado e poste
Tampa de caneta e orelha
Tornozelo e pedal de bicicleta
Leite fervendo e fogão limpinho
Político e dinheiro público
Dedinho do pé e quina de móveis
Camisa branca e molho de tomate
Tampa de creme dental e ralo de pia
Café preto e toalha branca na mesa
Dezembro na Globo e Roberto Carlos
Show do KLB e controle remoto (Para mudar de canal)
Chuva e carro trancado com a chave dentro
Dor de barriga e final de rolo de papel higiênico
Bebedeira e mulher feia
Mau humor e segunda-feira!



Quem foi Murphy, da Lei de Murphy?
por Marina Motomura

Há várias versões, mas a mais difundida - contada no livro Uma História da Lei de Murphy, de Nick Spark, ainda inédito no Brasil - é a de que o autor do famoso "se algo pode dar errado, vai dar errado" é Edward A. Murphy Jr., major e engenheiro da Força Aérea americana na década de 1940. A frase foi formulada após um acontecimento típico da futura "lei": em um experimento para testar a tolerância humana à aceleração da gravidade, um técnico tinha que encaixar 16 medidores de aceleração em uma máquina e, por força de uma "lei" até então inominada, não acertou a posição de nenhum. Foi então que Murphy disse a tal frase ("se algo pode dar errado...") e seu colega John Stapp, um major com visão de publicitário, decretou a criação da "Lei de Murphy". Hoje, a lei foi "adaptada" para diversas áreas da vida, como, por exemplo: "A probabilidade de você encontrar uma garota bonita aumenta se você está com a namorada"; "Se você joga fora alguma coisa que tem há muito tempo, você vai precisar dela logo"; "Ninguém nunca está ouvindo, até você falar uma besteira"; "Toda vez que um incompetente se demite é substituído por alguém mais incompetente ainda" etc. Em 2003, a famosa "lei" ganhou o prêmio IgNobel, concedido a invenções consideradas inúteis. A homenagem (às avessas) póstuma foi recebida pelo filho do engenheiro.

Disponível em: http://mundoestranho.abril.com.br/cultura/pergunta_287646.shtml. Acesso em 22 abr 2010.

quinta-feira, 18 de março de 2010

Amar não é...

Recebi este texto de Luiz Clauman da "Janela Lateral". Lembrou-me de meus tempos de moleque, quando minhas irmãs colecionavam figurinhas do "Amar é...", um casalzinho de crianças peladas, e assexuadas, que faziam declaração de amor o tempo todo (uma melação). Hoje isso soa como pedofilia, mas foi febre nos anos 70 e 80. Achei as tentativas de definição de amor modernas mais interessantes.



o que é o amor

“O que é o amor?” é a pergunta que está rolando no twitter.

  • O amor não libera a criança que existe dentro de você. O nome disso é cesariana. O amor é outra coisa.
  • O amor não é ferida que dói e não se sente. O nome disso é hanseníase. O amor é outra coisa.
  • O amor não te leva a lugares inesperados. O nome disso é sequestro relâmpago. O amor é outra coisa.
  • O amor não abre a cabeça das pessoas. O nome disso é traumatismo craniano. O amor é outra coisa.
  • O amor não te deixa radiante. O nome disso é acidente de Chernobyl. O amor é outra coisa.
  • O amor não te faz ouvir sinos enquanto beija. O nome disso é pegação atrás da igreja. O amor é outra coisa.
  • O Amor não é uma coisa que o espreita todas as noites nas ruas escuras da cidade. O nome disso é Batman. O amor é outra coisa.
  • O amor não te deixa quente e te leva pra cama. O nome disso é dengue. O amor é outra coisa.
  • O amor não é algo que o leva às alturas. O nome disso é elevador. O amor é outra coisa.
  • O amor não te deixa temporariamente cego. O nome disso é spray de pimenta. O amor é outra coisa.
  • O amor não é algo que te tira o sono às 2h da manhã. O nome disso é ex-namorada querendo o chip. O amor é outra coisa.
  • O amor não faz brotar uma nova pessoa dentro de você. O nome disso é gravidez. O amor é outra coisa.
  • O amor não te deixa sem chão, o nome disse é cratera. O amor é outra coisa.
  • O amor não faz você ouvir o próprio coração. O nome disso é estetoscópio. O amor é outra coisa.
  • O amor não te faz ficar simpático e amoroso de repente. O nome disso é Natal. O amor é outra coisa.
  • O amor não liberta. O nome disso é ALVARÁ DE SOLTURA. O amor é outra coisa.
  • O amor não te faz ver tudo com outros olhos. O nome disso é transplante. O amor é outra coisa.
  • O amor não te leva por caminhos tortuosos e te assusta de vez em quando. O nome disso é trem fantasma. O amor é outra coisa.
  • O amor não faz você chorar sem motivos. O nome disso é cebola. O amor é outra coisa.
  • O amor não nos faz perder a noção do tempo. O nome disso é horário de verão. O amor é outra coisa.
Mais aqui:
http://twitter.com/naoehamor

domingo, 28 de fevereiro de 2010

Aula de português por "Os Melhores do mundo"

Esse vídeo é clássico de um grupo de humoristas chamado "Cia de Comédia: Os melhores do mundo", sediado em Brasília, mas não confunda com outros grupos, os quais nos fazem rir e chorar ao mesmo tempo (geralmente de raiva), com sede também nessa cidade . Os "caras" são bons mesmo, pena não estarem na mídia televisiva como no tempo do Jajá (Welder Rodrigues) e da Juju(Adriana Nunes) da "Zorra Total". Por outro lado tal afastamento é positivo, pois não desgasta em demasia a imagem do personagem e do artista. O único quadro que percebo pertencer a um dos integrantes do grupo é o do "Zeca Pimenteira"(Jovane Nunes), não tão divertido quanto a quebradeira do marido ciumento com as estrepolias de sua mulher baranga.
Veja mais sobre "Os melhores do mundo" no You Tube ou no site www.osmelhoresdomundo.com. Não é narcisismo, eles realmente são muito bons.


quarta-feira, 24 de fevereiro de 2010

Viva a pluralidade linguística

~
No Brasil, nada se perde, tudo se transforma.

Cada uma que aparece!


Está na seca, hein, amigo?!


Para comprar, tem que saber libras.



Em motéis, seria mais recomendado.



Brasileiro é gaiato. Nem a Globo faz melhor.


Viu! É possível escrever bem.


Definitivamente quem escreveu isso não sabe o significado de ganhar.


Pirão no cabelo! Deve deixá-lo macio e sedoso.


É clássico! Mas aí eu não entro.


Esse é completo, dois em um.


Coitado do Barbudinho.



Caso você não tenha, aproveite.


Pagando mais, leva chute na boca, no peito ou no saco.

sábado, 30 de janeiro de 2010

Eterno filho


Acabei de ler o livro "O filho eterno" de Cristovão Tezza (Recorde, 2009, 8ªed.) e coloquei-me no lugar do protagonista. Este com quase trinta, pouco se considera gente e com um filho nos braços. Até, então, sem problemas, um filho não é o fim do mundo, mas uma criança com síndrome de Down, é de se desesperar. Foi o que o personagem fez, evitando demonstrar, pois seria sinal de fraqueza mostrar desespero. Eu já arrancaria os cabelos só com a ideia de um filho neste momento, ainda mais uma criança necessitando de cuidados especiais. Só não cortaria os pulsos em consideração à patroa, mas viveria pilhado.

Não menos aparenta o personagem central da narrativa, o qual é o próprio Cristovão Tezza, revivendo os momentos que antecedem o nascimento de seu primogênito Felipe e reminiscências dos tempos de juventude: a viagem pela Europa como mochileiro, a passagem pela marinha, o tempo em que viveu em uma comunidade alternativa e as leituras que influenciaram sua forma de escrever. Contudo o mais empolgante são as cenas das dificuldades de criar Felipe. Desde a confirmação da doença, quando ainda bebê até as noções distorcidas de tempo, típicas de quem é vítima desse distúrbio genético. O que mais choca no início é a torcida (velada para os outros) do pai pela morte do filho, pois crianças com essa síndrome possuem o coração frágil, o qual os leva ao óbito cedo. Outras passagens chocantes são apresentadas quando o pai alega que o filho não será alguém de verdade, um dependente por toda vida, um golpe na autossuficiência pregada pelo personagem.

Tanto orgulho com pitadas generosas de arrogância levam Tezza a escrever sobre sua própria história de vida, mas sem se referir à primeira pessoa. Com categoria, o narrador não é o autor. Não é uma obra autobiográfica, caso o leitor não saiba que Cristovão Tezza viajou como mochileiro por Portugal e Alemanha; que tornou-se doutor em Letras e que reside em Curitiba, lecionando até pouco tempo na UFPR. É um romance, cuja definição, para mim não interessa, mas que é uma leitura hipnotizante, pois não se imagina o desfecho, contudo não é uma leitura piegas com bordões de autoajuda. São relatos de vida sem didática moralista ou sentimententalismo exagerado. Os mais românticos podem até considerá-lo frio, porém o narrador é realista ao apresentar os pensamentos do pai em relação ao seu eterno filho. Uma maneira de isentar Tezza da "culpa" de ter sentimentos e constatações tão cruéis em relação ao rebento vitimado pelo excesso de cromossomo 21 ("Síndrome de Down ou Tricossomia 21 é um distúrbio genético causado pela presença de um cromossomo 21 extra total ou parcialmente", segundo a Wikipédia, enciclopédia digital dos práticos e preguiçosos, hehe).

Não sei dizer se é um romance autobiográfico ou se uma autobiografia ficcionada (como alguém definiu), apenas li um ótimo livro e me vi no personagem, não como leitor de grandes gênios da literatura ou desejoso de ser escritor (nem sei se levo jeito prá coisa, escrevo por lazer), no entanto, como um sujeito meio "perdido no mundo", dadas algumas convicções que não agradam a maioria, sem contar minhas fugas a convenções sociais as quais prendem a outros de maneira desconfortável. Por exemplo, nossa (minha e de minha esposa) opção por não termos filhos tão cedo. É mais do que uma opção é uma necessidade, pois uma nova vida requer muitos cuidados e sacrifícios, além do mais perderemos nosso "status" de eternos filhos. Afinal, como já escreveu Edgard Scandurra, do Ira: "Se meu filho nem nasceu / Eu ainda sou o filho / Se hoje canto essa canção / O que cantarei depois?" Caso arrume tempo para cantar com tanto para se preocupar (rimou, eca!).



"Força Sempre!"